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Educação e Bioarqueologia

Em conjunto às suas atividades de pesquisa, a equipe do LAB mantém um trabalho de divulgação da bioarqueologia. Através dessa abordagem, buscamos a aproximação do público não acadêmico de qualquer idade à diversidade de estilos de vida adotados pela nossa espécie ao longo de sua história.

Escavação em miniatura: um convite para experimentar o trabalho do arqueólogo.

Através de uma atividade educativa, propomos a descoberta de contextos funerários inspirados nos descritos na literatura arqueológica.

Nossa atividade de simulação de escavação foi aperfeiçoada e adaptada aos diferentes públicos para os quais ela foi aplicada (Educação Infantil, Educação Básica e Curso de Extensão na USP, além de congressos e eventos). Nessa entrevista à Univesp TV, por exemplo, a Professora Sabine Eggers e a Dra Célia Boyadjian contam um pouco dessa trajetória.

Fotos: 1 Crianças escavando. 2 Representação de sepultamento de um sambaquieiro. 3 Esqueleto Curso de Extensão.

1 Crianças escavando. 2 Representação de sepultamento de um sambaquieiro. 3 Esqueleto Curso de Extensão.

O objetivo da atividade é encontrar pistas de quem era o sepultado, como ele viveu e qual o seu papel na sociedade à qual ele pertencia.

Nas escolas essa atividade pode desencadear um frutífero trabalho interdisciplinar, apresentado os procedimentos básicos da arqueologia, esta área do conhecimento multi e interdisciplinar. Mas, sobretudo, a atividade convida o aluno a pensar como um pesquisador, elaborando e testando hipóteses, ou seja, é uma apresentação do próprio método científico.

Atualmente, uma versão da atividade está disponível para empréstimo nas Diretorias de Ensino de Osasco e Itapecerica da Serra. Todos os documentos escritos utilizados na atividade estão disponíveis on-line: Escavando identidades: muito além do RG.

Livro Paradidático (9-90 anos):
“Descobrindo a Arqueologia: O que os mortos podem nos contar sobre a vida?”

Imagens do livro infantil Descobrindo a Arqueologia.

Entre as histórias de um avô-arqueólogo, seus netos e algumas das Histórias da humanidade, esse é um livro que se passa em muitos tempos. Luísa e Felipe viveram a perda da sua Jabuti Cristal e procuram consolo e respostas para tantas questões que surgiram. Vô Roberto os convida a descobrir, através de histórias arqueológicas, como povos de diferentes épocas e lugares viviam. Há o descobrimento de mistérios muito antigos, do Brasil e de bem longe daqui. Ha histórias trágicas e de amor, de escravo, de guerreiro, de princesa, de pirata. Há também histórias de deserto, de floresta e regiões gélidas. Falamos de caçadores- coletores, de gente que vivia do mar e de enormes impérios. O quanto podemos viajar com a arqueologia? Saiba mais no nosso facebook. Adquira o livro em Editora Cortez.


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